Expansão recomendada pelo MEC inclui graduações em IA, Psicologia, Enfermagem, Farmácia e Engenharia de Software.
A Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) deverá ampliar significativamente sua oferta de graduação nos próximos anos. A instituição foi contemplada pelo Ministério da Educação (MEC) com a recomendação para implantação de 11 novos cursos, que, juntos, devem criar cerca de 500 novas vagas anuais.
A expansão integra a política nacional do MEC voltada ao fortalecimento das universidades federais e contempla quatro grandes áreas: artes e humanidades, saúde, tecnologia e inclusão. Antes de serem ofertados, porém, os novos cursos ainda precisarão passar pela tramitação e aprovação nos órgãos colegiados da universidade, cumprindo todas as exigências pedagógicas e administrativas.
Confira os novos cursos previstos
Artes e Humanidades
- Artes Visuais
- Letras – Inglês
- Psicologia
Saúde
- Enfermagem
- Farmácia
- Fisioterapia
Tecnologia
- Ciência da Computação
- Engenharia de Software
- Inteligência Artificial
Inclusão
- Educação Especial
- Terapia Ocupacional
De acordo com a UNILA, as propostas foram elaboradas em conjunto entre a Reitoria e os institutos da universidade, a partir de discussões iniciadas ainda no primeiro trimestre deste ano. Os projetos atendem às diretrizes dos programas do MEC denominados Universidade Transformadora, Universidade Inovadora e Universidade Inclusiva.
Implantação será gradual
Embora a expectativa seja de que parte das novas graduações comece a ser oferecida a partir de 2027, o cronograma dependerá da conclusão dos trâmites internos e, em alguns casos, de autorizações externas.
Cursos da área da saúde, por exemplo, precisam de manifestação do Conselho Nacional de Saúde antes da implantação, o que pode tornar o processo mais demorado em comparação às demais graduações.
Expansão fortalece a UNILA
Atualmente, a UNILA oferece 29 cursos de graduação e recebe estudantes de diversos países da América Latina. Com a criação das novas graduações, a universidade amplia sua capacidade de formação em áreas consideradas estratégicas, especialmente tecnologia, saúde e educação, além de reforçar sua missão de integração regional e produção de conhecimento voltado ao desenvolvimento latino-americano.



